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O Massacre do 2º Batalhão foi uma batalha travada entre os Piratas de Fonseca e o Batalhão de Reforço da Armada (popularmente, o 2º Batalhão) como represália às sanções da Armada aos Piratas e ao assassinato, por forças especiais do 1º Batalhão, do Mestre de Navio Igor García. O Massacre marca a primeira atuação do Observador na política resorteana, ao apoiar secretamente os Piratas utilizando a figura do Mestre de Navio Bernardo Sanchéz.

Com a morte de seu Mestre, a tripulação do navio Pérola Rubra começou a dar demonstrações de querer se emancipar dos Piratas. A fim de evitar a perda dos marujos, Carlos Fonseca utlizou as tropas dos dois outros navios - Sereia dos Mares, sob comando de Hector Lobo e Barbatana Negra, sob comando de Bernardo Sanchéz - no ataque ao 2º Batalhão. A vitória trouxe unidade para os Piratas.

O Mestre do Sereia dos Mares, Hector Lobo, morreu em batalha. Um de seus marujos de confiança, Roberto Casablanca, assumiu o posto logo depois. Na mesma cerimônia, o Pérola Rubra teve nomeado como novo Mestre Mathias Loureiro, antes parte do Sereia dos Mares.

Sobreviventes Editar

*Miguel Trebonet

*Ulysses de la Cruz

*Miguel Mascarenhas

*Piero Bisagno

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